REGIÃO: Ribeirapenense assume cargo no CODIS da Proteção Civil de Vila Real

2021-11-11 12:30:47

Artur Mota, Comandante dos Bombeiros Voluntários de Cerva tomou posse como segundo CODIS da Proteção Civil de Vila Real, na última quarta feira, 10 de novembro. Já Miguel Fonseca é o novo comandante distrital de operações de socorro (CODIS). Os dois sucedem a Álvaro Ribeiro e Borges Machado, que pediram a exoneração do cargo em outubro deste ano.

Artur Mota, natural de Ribeira de Pena, deixa assim o cargo de Comandante dos Bombeiros de Cerva para assumir funções como segundo CODIS da Proteção Civil de Vila Real. Engenheiro florestal de formação foi desde 2002, técnico superior florestal na Associação Florestal de Ribeira de Pena onde, entre outras funções, elaborou e executou Planos de Fogo e Planos de Defesa da Floresta Contra Incêndios e desenvolveu candidaturas aos quadros Comunitários de Apoio, no âmbito das medidas florestais e Defesa da Floresta Contra Incêndios. Foi responsável técnico por cinco Equipas de Sapadores Florestais, procedendo ao acompanhamento e gestão das suas principais atividades, quer ao nível da Silvicultura Preventiva, quer ao nível da primeira intervenção, apoio ao combate, rescaldo e vigilância após rescaldo aos incêndios florestais. Artur Mota é ainda credenciado em fogo técnico (fogo controlado e fogo de supressão), tendo sido membro do Grupo de Análise e Uso do Fogo, GAUF entre 2008 e 2010.

Na cerimónia de tomada de posse dos novos comandantes distritais de Vila Real da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), esteve presente a secretária de Estado da Administração Interna, Patrícia Gaspar que anunciou que os 23 comandos sub-regionais da proteção civil estarão a funcionar até junho de 2022.

Os comandos sub-regionais vão substituir os atuais comandos distritais de operações de socorro (CDOS), uma alteração no âmbito da lei orgânica da ANEPC que entrou em vigor em abril de 2019.

Para Artur Mota, esta é uma mudança necessária para ‘’haver uma organização regional superior que vai permitir colocar meios e pessoas dos locais onde há mais, para onde há menos’’, disse relembrando que ‘’devia haver mais reuniões com as entidades competentes para explicar este processo por exemplo aos autarcas que têm ‘’criticado’’ a implementação dos comandos sub-regionais’’.

Sara Esteves
Fotografia: DR

 


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