CHAVES: Adesão à greve com impacto no Hospital e no Centro Escolar

2021-11-12 12:20:40

Hospital de Chaves com serviços mínimos e o Centro Escolar de Santa Cruz Trindade está encerrado.


A adesão à greve da função pública em Chaves é significativa no Hospital de Chaves que está a funcionar com serviços mínimos desde as 22 horas de quinta feira, disse à Sinal TV Albino Morais da Federação Nacional dos Sindicatos.

A adesão à greve neste hospital ronda os 70%. ‘’ Há assistentes operacionais e assistentes técnicos em greve em todos os setores, exceto nas urgências em que só um técnico fez greve ontem à noite’’, disse Albino Morais.

No total de 47 assistentes operacionais 31 estão em greve e de 22 assistentes técnicos estão a exercer o seu direito à greve 18 pessoas.

Nos Centros de Saúde do concelho, Alfredo Sérgio Pinto confirma que o impacto não é muito expressivo. ‘’ Sei que no Centro de Saúde nº1 não há nenhuma pessoa em greve’’.

Já nas escolas, o impacto é diferente. No Agrupamento de Escolas Dr. Júlio Martins as aulas decorrem normalmente, exceto no Centro Escolar de Santa Cruz Trindade que está de portas fechadas esta sexta feira por não ter ao serviço o funcionários suficientes para assegurar o funcionamento. ‘’Temos apenas uma escola encerrada. Todos os 13 funcionários estão em greve e não conseguimos abrir a escola’’, referiu Gil Alvar, Diretor do Agrupamento de Escolas Dr. Júlio Martins.

Questionado sobre as refeições, Gil Alvar referiu que ‘’em princípio estão asseguradas. Se existir alunos nas escolas porque os pais não conseguiram ir buscar as crianças, a refeição é assegurada’’, disse.

No Agrupamento Dr. António Granjo as aulas decorrem normalmente. ‘’ Nenhuma escola está fechada hoje e o impacto é muito reduzido’’, realçou Ana Paula Carvalho, Diretora do Agrupamento. Também no Agrupamento de Escolas Fernão Magalhães há pequenos registos de funcionários em greve. ‘’ Temos seis a sete funcionários em greve na escola sede’’, disse fonte da escola.

Os funcionários públicos estão em greve. A paralisação foi convocada pela Frente Comum, afeta à CGTP. A estrutura sindical reivindica aumentos de 90 euros para todos os trabalhadores e um salário mínimo de 850 euros. O Governo contrapõe com um aumento para 705 euros.

Sara Esteves
Fotografia: Carlos Daniel Morais

 


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